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7 razões para você odiar trabalhar fora de casa

No ano passado eu escrevi um texto bem legal e interessante falando sobre motivos os quais você poderia odiar ou amar trabalhar em casa. Voc...

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Precisamos falar sobre assédio...



Eu sei, você provavelmente já cansou de ler sobre esse assunto. Principalmente se você é homem e nunca teve que lidar com isso.

Pois bem, precisamos sim falar sobre assédio. Inclusive, eu que aqui escrevo já fui vítima dessa situação. Você talvez pense que eu, que sempre estou na minha, que não gosto muito de roupas mais justas nunca passei por esse tipo de coisa.

Mas sim, eu passei. Fui vítima de assédio dentro da minha própria casa. Assediada por uma pessoa que na época era namorado da minha mãe e dizia morrer de amores por ela. Tudo começou com mensagens no Facebook. Mensagens que iam para uma página que na época eu administrava.

No começo o conteúdo se assemelhava a um vírus, e levando em conta que esse namorado da minha mãe acessava qualquer coisa na internet, era capaz de ser isso mesmo, já que ele havia curtido a página - na época do meu blog - que eu administrava.

Ignorei e nem cheguei a entrar na caixa de entrada, ler a mensagem completa. Segui levando minha vida achando que tudo estava bem. Que minha mãe havia encontrado alguém que a faria feliz e que eu podia seguir minha vida adiante.

Até que um dia uma nova mensagem veio para a minha página. Com um conteúdo altamente sexual, falando sobre meu corpo. Eu não li, mas um sinal de alerta começou a acender em mim, indicando que aquilo não era um simples vírus de computador.

Como a mensagem foi ignorada a pessoa em questão enviou então, em um domingo a noite, uma mensagem diretamente para o meu perfil pessoal. Deixando claras suas intenções de me assediar e ainda por cima enganar a minha mãe. Aquilo me deixou desolada. Como eu ia destruir o namoro supostamente perfeito da minha mãe e ainda por cima denunciar aquele ser desprezível?!

Por mais que novamente eu não tenha lido a mensagem, entrado efetivamente na caixa de entrada do meu Facebook, na segunda-feira eu fui pra faculdade. Estava estudando à noite e voltava sempre no mesmo ônibus. Por acaso esse namorado da minha mãe também estudava à noite e estava no mesmo ônibus. Só que eu não vi, já que entrei e sentei no banco logo atrás do motorista, enquanto seguia ouvindo música no celular.

Quando fomos descer do ônibus eu me dirigi primeiro a porta do meio. E então do nada essa pessoa apareceu e tentou me agarrar. Ao perceber meu susto, já que pensei em se tratar de algum maluco do ônibus, me virei para reagir. Ele então saiu correndo à minha frente, para chegar até a minha casa, na qual vivia também com a minha mãe.

Naquele momento eu soube que não era vírus de computador, que aquilo era assédio sexual. E eu me senti um lixo, me perguntei por que comigo? O que eu havia feito de errado? Cheguei em casa e me tranquei no quarto, chorando sem saber o que fazer enquanto o mentiroso ficou lá dizendo para minha mãe o quanto a amava.

Foi então que com a ajuda de algumas amigas - e do na época, meu crush e quase "namorado" - que eu decidi que precisava denunciar essa situação. Eu não tinha mais como viver na mesma casa que um tarado.

E sim, eu contei a verdade. Liguei para minha mãe no dia seguinte, direto do trabalho, dizendo que não voltaria para casa enquanto aquela pessoa estivesse lá. E o que ele disse, mesmo eu tendo impressas todas as mensagens? Que eu é que era a puta, que a minha mãe não conhecia a filha que tinha, que eu andava apenas de roupas íntimas pela casa e que ele estava apenas querendo me dar uma lição.

Ah sim uma lição dizendo que eu "precisava parar de correr atrás de piazinhos e dar valor a um homem de verdade". Como se ele fosse um homem de verdade. Não passa de mais um lixo da sociedade.

Em fim, eu acabei com o relacionamento perfeito da minha mãe. E foram meses, se não anos, para ela se recuperar, para ela finalmente entender que o errado era ele. Sim, ela precisou voltar com essa pessoa, ir morar com ele em outro local para descobrir todas as mentiras.

Será que alguma vez esse homem já parou para pensar o quanto tempo eu me senti suja, me senti um lixo, odiei meu corpo e minhas roupas? Já parou para pensar quantas vezes eu me culpei quando vi minha mãe em depressão por ter se deixado enganar por tanto tempo?

Não. Hoje essa pessoa segue sua vida normalmente. E teve a cara de pau de esses dias aparecer no meu Instagram, curtindo coisas. Claro que depois sumiu rapidinho. Descurtiu, desativou perfil. Mas a notificação fica ali, sabia?! E agora eu tenho que deixar meu Instagram bloqueado e não posso divulgar meus projetos por causa de um homem lixo que não sabe se colocar em seu devido lugar.

E então é por isso que a gente precisa falar sobre assédio. Porque assédio acontece em qualquer lugar. E enquanto a gente continuar calada e não gritar pro mundo o que fizeram com a gente, isso vai continuar acontecendo.

Eu estou mais que contando a minha história. Estou evitando que essa mesma história aconteça com outra garota, com outra menina, com outra mulher!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

7 motivos para você amar ainda mais o seu cão (ou gato)

Os pets hoje são muito mais que apenas animais de estimação. Eles são parte de nossa família. Isso significa dizer que você provavelmente tem uma relação super especial com o seu cão ou gato.

Então que tal ter 7 motivos para amar ainda mais o seu cão (ou gato)?



1 - Eles te fazem companhia

Amigos e família podem até te dar o cano, mas o seu pet nunca te deixa sozinho... Inclusive quando você quer ficar sozinho! Eles estão sempre ali te dando uma patinha de apoio!

2 - Eles tornam o seu dia mais leve

Quem nunca teve um dia do cão no trabalho ou em qualquer outra situação da vida, que por favor atire a primeira pedra. Agora me diz, tem coisa mais gostosa do que ser recebido (a) por aquele doce ser de quatro patas todo saltitante e pronto para te fazer esquecer dos problemas?!

3 - Eles tentam te consolar

Você pode até não ter percebido, mas todas as vezes que você estava mal por causa daquele crush que não deu certo ou por outros problemas, seu pet estava ali ao seu lado.

4 - Eles são ótimos despertadores

Se você odeia acordar cedo, saiba que isso se torna muito mais leve quando você é acordado (a) por seu cão ou gato pulando em cima de você, tentando mostrar que chegou o momento de sair da cama e enfrentar um novo dia.

5 - Eles te ouvem sempre

Quando você precisa conversar com alguém, os pets são ótimos ouvintes. Eles podem não saber responder com palavras, mas vão te ouvir atentamente, apenas por gostarem do som da sua voz.

6 - Eles nunca vão te trair

Você talvez não acredite, mas seu pet será fiel a você durante toda a sua vida - ou, no caso, a vida dele, já que infelizmente os animais vivem menos que nós!

7 - Eles amam você verdadeiramente

Se você tem um cão ou gato que está sempre ao seu lado, saiba que o amor dele por você é realmente verdadeiro. E não existe nada mais lindo e puro do que isso! Então ame seu pet igualmente!

sábado, 25 de novembro de 2017

Eu me tornei o monstro que tanto temia...

*Esse texto é um trecho do livro Para Sempre, o livro dois da duologia do Diário da Garota em Crise.



Percebo que ele me olha de forma estranha enquanto estou parada na varanda do apartamento, admirando aquela noite de verão em uma cidade cheia de prédios. Ele se aproxima e então decido puxar assunto.

- Desculpe ter lhe assustado com minha forma de conversar com a Lua e convencê-la de que se matar não vai resolver os problemas... Ou melhor, o problema!

- Tudo bem... Acho que esses dois anos em que não nos vemos mudaram muita coisa. Mudaram você.

Faço uma pausa antes de continuar. Então tomo um gole da cerveja que ele acaba de me oferecer.

- Sabe, você não entenderia. Às vezes nem eu mesma entendo. Mas tenho uma teoria de que para curar uma dor precisamos cutucar a ferida e vivê-la até o último instante, por mais insuportável que seja. Ao final vira uma cicatriz, daquelas que queremos cobrir com uma tatuagem.

- Foi assim que você se tornou mais forte? Foi assim que você lidou com tudo o que aconteceu? - Ele me pergunta, ainda me olhando daquele jeito estranho, como se procurasse por algo que ele conhece dentro de mim.

- Eu não sei se me tornei mais forte. Sei que aprendi a viver com minhas dores. Diria que ganhei um botão de liga e desliga, quase como um interruptor. Há dias em que me permito viver o máximo de dor possível, sofrer tudo o que tenho direito e consigo suportar. E há dias em que eu simplesmente me desligo de tudo...

Fico quieta antes de terminar o que estou dizendo. Afinal, tenho medo de remexer em velhas feridas que talvez não estejam curadas para ele. Tomo um longo gole da minha cerveja.

- Às vezes eu acho que uma parte de mim realmente morreu naquele dia em que eu tentei me matar.  E foi ali que eu tive a chance de escolher entre viver ou morrer. Mesmo sabendo que viver não é fácil. Eu tive que criar uma armadura e hoje sei que não vejo o mundo tão colorido como antes. As pessoas são más, essa é a verdade! Então é preciso não sentir de vez em quando. Simplesmente adotar uma máscara e sorrir, fingir que tudo está bem...

É a vez dele dar um longo gole em sua cerveja. A conversa está pesada demais. Diferente das conversas que tínhamos há dois anos.

- Eu me tornei o monstro que eu tanto temia... A pessoa que eu jurava que nunca ia ser!

sábado, 18 de novembro de 2017

Acho que virei adulta...

"Aqui estamos nós... Esperando a sensação de perder  juízo e de perder o chão..."


Esses dias parei para pensar o quanto as coisas mudaram nesse ano... Não sei se foi o fato de Saturno estar retrógrado, se foi o fato de eu ter feito 28 anos, se foram as superações que experimentei ou um misto de tudo.

Mas é engraçado pensar como somos diferentes dos nossos pais. Nossos pais ficaram adultos aos 20, 22 anos. Na nossa idade já tinham bons empregos e cuidavam de nós, ainda crianças. Em compensação, nós aos 20 e poucos ainda éramos adolescentes. Mal havíamos entrado na faculdade ou então estávamos saindo dela. Tudo o que queríamos era curtir, viver metidos em baladas e festas, encher a cara até perder o juízo e sonhar com um grande amor.

Acho que a nossa vida adulta chega mais tarde. Diria que ela chega agora, aos quase 30. Hoje baladas me deixam entediada, encher a cara me deixa mal por dias seguidos e um barzinho com amigos para falar de coisas mais sérias tem parecido mais interessante. Além disso não vejo mais graça em torrar o cartão de crédito e começo a pensar em coisas como comprar minha primeira casa e meu primeiro carro.

No fundo sei que nós somos a geração da solidão, aquela que implora por amor mas no fundo quer apenas perigo. Mas passou a fase dos grandes amores, do sonho de encontrar alguém. Diria que hoje amor virou algo secundário, algo que questiono se é realmente essencial para que eu possa viver.

As amizades também vem mudando... Os amigos festeiros vem perdendo espaço enquanto que aqueles com a cabeça mais velha vem ganhando mais atenção. Os assuntos mudaram e hoje falo de coisas da casa, do quanto me orgulho de um projeto que fiz, da forma como cuido dos meus filhos caninos.

O mundo deu suas voltas e parece que não sou mais a mesma. Os choros por coisas bobas pararam. A vontade de aprender e dar o meu melhor aumentou. E eu finalmente percebi que eu sou boa no que eu faço. Eu sou boa sendo quem eu sou, com toda essa bagagem nas costas.

Acho que virei adulta mesmo e a ideia de gastar dinheiro com prazeres supérfluos já não me parece tão interessante. Talvez sejamos uma geração mais medrosa, com medo de errar mas com braços tatuados, querendo apagar tudo... Mas sabe o que é legal? A hora que a gente levanta e enfrenta nossos medos. Tudo fica para trás... E é como se você se transformasse numa nova pessoa.

Então é isso. A vida adulta que tanto tememos um dia chega. E ela chega assim, de mansinho, vai se instalando dentro de nós. Claro que não fiquei careta. Eu ainda gosto da minha cervejinha. Mas acho que o rolê pode acabar perfeitamente a meia noite ou a uma da manhã. Ou pode ser apenas uma reunião de amigos na minha casa.

Nós somos a geração da solidão... Então só me dê a mão e vem comigo!

domingo, 5 de novembro de 2017

Querida amiga...



É, eu sei que não tá fácil... Parece que tivemos o privilégio ou a maldição de experimentar o amor. O amor de verdade, aquele puro e verdadeiro. E eu sei que dói, entendo o quanto você quer desistir, o quanto se culpa por não virar a página.

Mas olha, não vou ser como todo mundo. Não vou dizer que vai passar, que você vai esquecer dele e encontrar um príncipe encantado. Porque a vida não é um conto de fadas. E você vai até se apaixonar de novo, mas ainda assim sempre vai se lembrar dele.

Superar não seria a palavra certa. A gente não supera algo que nos fez bem. A gente não esquece alguém a quem um dia amamos de verdade. Pense comigo, você supera a morte de um ente querido? Não, você aprende a viver sem ele. E aqui nesse tal de amor é a mesma coisa.

No inicio a ferida dói bastante. E você sente como se uma faca fosse enfiada no coração a cada vez que encontra com ele, ou sabe sobre ele. Mas depois passa. A ferida vai ficando mais forte, vai cicatrizando de verdade, virando aquela cicatriz que a gente tem no corpo e quer cobrir com uma tatuagem legal.

Então não fique triste por terem se passado 1, 2, 3 anos  - ou mais - e você ainda pensar nele. Você ainda criar conversas imaginárias na sua cabeça e desejar contar sobre os seus bons momentos. É normal, e algo que poucos vão entender. A maioria vai apenas te julgar. Dizer que você é fraca e vive de passado.

Mas amiga, você não é fraca. Muito pelo contrário. Você é forte, pois não foge da dor. Não pega uma borracha ou corretivo mágico e apaga o passado num piscar de olhos. Você aprende a viver a dor. E como diz a música: Aquilo que não te mata te fortalece.

Só peço que você não deixe de viver. Tenha crushes platônicos, beije outras bocas, transe com outros homens. Não vai ser igual eu garanto. Mas considere cada uma dessas situações como uma conquista para você. Um sinal de que você conseguiu se dar uma nova chance.

Um dia talvez você se apaixone novamente. Sim, pois se apaixonar é fácil. E talvez você namore e se case. E vire a mãe de dois filhos. E desejo que você tenha um casamento repleto de cumplicidade caso isso aconteça. Mas saiba que ainda assim você vai se lembrar dele, aquele que um dia você amou com todas as forças da sua alma. E talvez você conte para os seus netos sobre esse amor, explicando que o que você tem com seu marido é diferente.

Talvez você decida ficar sozinha para sempre. E se torne a mulher mais independente do mundo. Bem sucedida e de cabeça erguida. Não importa qual seja a sua decisão, o importante é que você não sinta vergonha e muito menos se culpe por ter um dia amado verdadeiramente.

E sim, vão existir dias em que você vai se sentir um lixo. Olhar no espelho e brigar com a pessoa que olha para você. Assim como vão existir dias em que você vai se sentir toda poderosa. São os altos e baixos. E você vai aprender a lidar com eles.

Então não sinta vergonha de chorar, não ache que o problema é você e muito menos se culpe por um dia ter se permitido amar!

sábado, 4 de novembro de 2017

A rede social das pessoas felizes



Alguma vez você parou para observar o quanto o Facebook e até mesmo o Instagram podem ser considerados as redes sociais das pessoas felizes?!

Geralmente as pessoas estão sempre bem, sempre sorrindo, viajando, casando, felizes nos relacionamentos. Diria que é quase um mundo fictício onde ninguém tem problemas.

O fato é que isso é uma grande mentira. Estou dizendo que essas pessoas não são felizes? Não, estou dizendo que elas postam apenas a parte boa de suas vidas. Pois pense comigo, aquela única vez que você tentou ou postou algo triste, foi recebido com um: melhore logo.

Perder um ente querido é a única tristeza que ali é perdoada. Ainda assim, o ideal é que você supere logo e não fique insistindo no assunto. Aos poucos sua postagem será apagada em meio a tantos posts felizes e memes fofinhos.

Assim com o tempo aprendemos que não podemos sofrer, não podemos ter raiva, não podemos ser infelizes e muito menos ter problemas. A rede social foi feita apenas para pessoas perfeitas e felizes. E então você aprendeu a jogar o jogo. Posta apenas coisas boas, curte e comenta.

Isso até me fez lembrar do episódio "Nosedown" de Black Mirror, no qual a sociedade funcionava através de curtidas e os mais bem ranqueados eram os mais ricos e populares. Será que realmente não estamos nos tornando pessoas loucas por um like e esquecendo de viver? Esquecendo que de vez em quando você quer mandar tudo para o inferno e literalmente dizer um "Vá se foder!" para aquela pessoa ao seu lado?!

Sim, temos nossos momentos felizes, mas precisamos nos desapegar um pouco das redes sociais. Precisamos voltar a aprender o famoso conceito de privacidade! E viver uma vida com todas as emoções, não apenas com a felicidade!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

7 coisas que fiquei me perguntando depois de ver Stranger Things 2

ALERTA DE SPOILER: Esse post contém spoilers. Leia por sua própria conta e risco!

Dediquei a madrugada do meu sábado - ou devo dizer domingo - para assistir a tão esperada segunda temporada de Stranger Things. Gostei bastante mas fiquei pensando algumas coisas e trouxe sete desses pensamentos para dividir com vocês:


1 - Will é sempre a vítima dos monstros?

Acho engraçado como esse menino tem talento para ser capturado pelos monstros. Primeiro o Demogorgon e agora o Devorador de Mentes. Será que ele tem alguma espécie de poder que atrai os monstros do Mundo Invertido?

2 - O que aconteceu com os outros paranormais?

Descobrimos que Eleven não é a única. O que já era meio lógico, afinal ela tinha a tatuagem de um "11" em seu braço, o que significa que tiveram outras 10 crianças paranormais antes dela. Nessa temporada conhecemos a Eight que tem poderes um pouco diferentes dos da Eleven. Mas e as outras 9 crianças? Todas fugiram? Morreram durante os experimentos? E quais são seus poderes?

3 - Bob precisava mesmo morrer daquele jeito?

Vamos concordar numa coisa: A morte de Bob foi muito estúpida. Ou ele foi muito estúpido. Caramba! Tinha um Demodog atrás dele e ali, quase na saída do laboratório ele resolve parar para respirar e então dar um sorriso de amor para a Joyce? Corre caramba! Ele podia ter sobrevivido!

Acha que eu ia parar pra sorrir pro amor da minha vida sabendo que tem um bicho atrás de mim doido pra me devorar? Nem pensar! Pernas pra que te quero!

4 - Hopper vai ser o novo par romântico da Joyce?

Voltamos na questão anterior. O Bob tinha que morrer para que a Joyce ficasse com o Hopper? Pois não sei vocês, mas eu notei um clima entre eles. Uma certa química causada pelo fato de terem vivido os mesmos traumas.

5 - O jornalista Murray vai mesmo ficar calado sobre o que lhe contaram?

Ok. Murray ajudou a trazer justiça para a morte de Barb, que simplesmente foi ignorada pelos cientistas da primeira temporada da série que estavam mais interessados era em controlar o Demogorgon. Junto com Nancy e Jonathan ele criou uma história que incrimina o laboratório. Mas ele realmente sabe o que aconteceu em Hawkins e é um doido que acredita em teorias da conspiração! Será ele o culpado pela volta do Mundo Invertido - e do Devorador de Mentes - na próxima temporada?

6 - O Laboratório de Hawkins foi mesmo desativado?

Pelo que entendemos no último episódio, após as acusações de envolvimento com a morte de Barb, o Laboratório de Hawkins foi desativado. Mas será que foi mesmo ou os cientistas malucos podem reaparecer em breve?

7 - O portal foi mesmo fechado?

Vimos Eleven usar o máximo de seus poderes para deter o monstro e finalmente selar o portal que unia o nosso mundo ao Mundo Invertido. Mas será que o portal foi totalmente fechado? Afinal, a última cena da temporada deixa claro que o Devorador de Mentes está muito bravo e que sim, ele ainda vai voltar e tentar dominar o mundo - ou ao menos Hawkins...

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

7 sinais de que você nasceu para fazer home office

Trabalhar em casa pode ser um privilégio ou um pesadelo e a verdade é que nem todo mundo nasceu para isso. Mas, talvez você tenha mais facilidade em trabalhar direto do conforto do seu lar e nem saiba disso.

Confira 7 sinais de que você nasceu para fazer home office:



1 - Você não é muito fã de se arrumar

Infelizmente ir para o trabalho exige que você se arrume. Dê uma geral no cabelo, escolha uma roupa legal e no caso das mulheres passe uma maquiagem. Se você não é muito fã desse ritual, é provável que se irrite facilmente com isso.

Ao trabalhar em casa você precisa apenas sair da cama, de pijama mesmo e ir direto para o computador. Afinal, os únicos que vão lhe ver serão seus familiares e seus animais de estimação. Já pensou que delícia trabalhar de pantufas e de cara lavada?!

2 - Você se irrita com o deslocamento casa-trabalho

Ok, vamos ser sinceros: Nem todo mundo tem a sorte de trabalhar do lado de casa. A maioria de nós levanta cedo, pega o transporte coletivo ou o carro e roda a cidade até chegar a seu local de trabalho.

Ao trabalhar em casa você só se desloca da sua cama ao seu escritório, o que deve tomar no máximo uns 5 minutos! Pensa a economia de tempo.

3 - Você é uma pessoa bastante organizada

Não pense que trabalhar em casa é só vida boa. É preciso ser bastante organizado a ponto de levantar da cama e ir trabalhar estando no conforto do seu lar. Também é preciso cuidado com as distrações e a organização é a chave para que tudo dê certo.

4 - Você rende melhor sozinho

Eu não disse que você não trabalha bem em equipe, mas se observar, você se sente mais a vontade - e consequentemente faz seu serviço render - quando está sozinho. Nesse caso, conviver com pessoas a seu lado pode mais te atrapalhar do que ajudar e o home office é uma boa opção.

5 - Você gosta de almoçar em casa

Há quem prefira mil vezes almoçar no conforto de casa, depois de cozinha sua própria comida, do que em um restaurante ou espaço da empresa. A verdade é que sim, há um toque diferenciado em comer em sua própria casa e comer fora. Sem contar que você cuida muito mais da alimentação, economiza e não comete abusos.

6 - Você consegue trabalhar em qualquer espaço

Ok, o ideal é que você tenha um pequeno escritório ou uma escrivaninha de trabalho. Ainda assim, nada mais gostoso que no inverno trabalhar debaixo das cobertas, deitado (a) na cama, não é mesmo?

7 - Você consegue separar trabalho de lazer

A grande vantagem de trabalhar fora é que lazer e trabalho estão bem separados. No ambiente de trabalho você dá o seu melhor e tem o seu ganha pão, já em casa você tem o seu lazer. Home office exige que você saiba separar bem as coisas, para não fazer atividades de lazer no meio do trabalho ou nunca se desligar dos seus serviços. Se você separa trabalho de lazer, o home office é para você!


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Rasgue as minhas cartas e...

"Rasgue as minhas cartas e... Não me procure mais! Assim será melhor meu bem... O retrato que eu te dei, se ainda tens não sei... Mas se tiver... Devolva-me!"



Acredito que muita gente nem faz ideia de que música seja essa em que eu baseei o título do post e que escrevi as frase acima. É antiga e fala sobre um relacionamento que acabou. Eu decidi usar com um outro sentido, no sentido: Se você me desprezou no passado, não corra atrás de mim no presente.

Então diria... Se você um dia me desprezou, pelo simples fato de que eu era insegura, porque eu parecia uma menina boba e porque eu era inferior a você... Saiba que não quero você na minha vida hoje. Quem me desprezou no passado que não me queira no presente.

A vida é assim. Ela dá voltas. e nem sempre aquela pessoa que parece fraca e iludida vai ser uma fracassada na vida. Às vezes ela está apenas aprendendo, se conhecendo, se descobrindo.

Então é sério! Rasgue as minhas cartas, jogue fora os meus presentes, me apague da sua vida completamente. Você não merece conhecer essa pessoa que escreve nesse momento, no presente. Você não me quis no passado, então não merece conhecer essa que sou agora!

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

7 motivos para você adotar um vira lata

Esses tempos atrás vi uma matéria sobre cães que foram encontrados maltratados. Eram cães de raça e supostamente sua dona seria uma criadora. A matéria gerou revolta nas redes sociais e uma semana após o resgate, a ONG promoveu uma feira de adoção.

O detalhe é que nessa feira não haviam cães de raça, mas sim vira latas. Assim que souberam que não iam encontrar cães de raça, praticamente todas as pessoas desistiram da adoção, sem nem imaginar quantos animaizinhos esperam por um dono.

Acredite, você pode adotar um vira lata e fazê-lo muito feliz! Lembre-se que o objetivo é ter um companheiro e não um bibelô! Então independentemente de raça, adote um cão!



Veja agora 7 motivos para você adotar uma vira lata:

1 - Vira latas são espertos

Os vira latas estão dentre os cães considerados mais espertos. Eles aprendem coisas com facilidade e sabem se virar bem sozinhos, chegando a ter seu nível de inteligência comparado com o de alguns cães de raça.

2 - Vira latas são mais amorosos

Ao adotar um vira lata ele certamente será muito mais amoroso do que um cão comprado. Isso porque ele passou muito tempo em um abrigo, em busca de alguém que pudesse amá-lo e para quem ele pudesse dar o seu amor.

3 - Vira latas vivem mais

Os cães sem raça definida - que é o termo técnico dos vira latas - vivem mais. E tudo é uma questão da teoria do mais forte sobrevive. Afinal, eles são uma mistura de várias raças e cruzamentos, enquanto que os cães de raça muitas vezes são cruzados sempre entre si, para manter a pureza, o que os torna mais frágeis.

4 - Vira latas são uma mistura de várias raças

Pense que os vira latas não são chamados de SRD a toa. Eles não tem apenas uma raça, mas sim são uma mistura de várias delas. Já pensou que legal ter um cão com várias raças?!

5 - Vira latas são únicos

Cães de raça costumam seguir um padrão, principalmente pelo fato dos criadores quererem manter a ideia da pureza da raça. Isso significa que alguém sempre vai ter um cachorro que é literalmente igual ao seu. Isso não acontece no caso dos vira latas. Dificilmente você vai encontrar um que seja idêntico ao seu! Você terá um cachorro único!

6 - Vira latas são mais adaptáveis

Cães SRD se adaptam mais facilmente a qualquer ambiente. Eles são mais flexíveis e não tem muitas exigências quanto a forma que são criados ou a sua moradia. Eles se adaptam as condições que você tem a oferecer a eles e não são tão frescos como algumas raças.

7 - Porque adotar é um ato de amor

Adotar um cão é um ato de amor! Você estará dando uma chance a um pequeno animal de ter um lar e se dará a chance de ser amado por um serzinho cheio de amor a dar! Então... Não compre! Adote!

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